Com a chegada da vacina, prefeitura planeja volta às aulas em fevereiro

 Com a chegada da vacina, prefeitura planeja volta às aulas em fevereiro

(Foto: divulgação/Seduc)

O secretário de Governo da Prefeitura de Cuiabá, Luís Claudio, confirmou que em reunião, na manhã desta quinta-feira (14), entre o Comitê de Enfrentamento à Covid-19 e o Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Mato Grosso (Sintep), o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), ouviu a categoria e as sugestões. O secretário de Governo, Luís Claudio, revelou que a previsão para a chegada da vacina na Capital é no final desse mês.

O comitê recebeu também o plano de retomada da iniciativa privada durante a reunião. Segundo o secretário, o comitê vai analisar e responder oficialmente.

“O prefeito casado com o Comitê de Enfrentamento da Covid, Secretaria de Educação e Saúde de Cuiabá, vão tomar uma decisão para a retomada das aulas. Recebemos o plano de retomada da iniciativa privada, mas vamos analisar e responder oficialmente, até que o Governo Federal decida também a questão da vacinação, vamos fazer esse casamento e dar essa reposta oficial que essas entidades tanto necessitam”, explicou.

O presidente do Sintep, Gelson Menegatti, disse que a proposta da categoria é que as atividades nas escolas municipais voltem a partir do dia 1º de fevereiro.

Para ele, a liberação da educação infantil pelo prefeito no ano passado comprovou que o retorno às salas de aulas “deu certo”.

“Nossa proposta é que limite a 50% da capacidade das salas de aulas de uma forma híbrida de revezamento, semanal ou dia a dia de todos níveis de educação privada dentro do município. (…) Não só na educação infantil [deu certo], como também nos cursos, escolas de idiomas, aulas práticas de saúde, técnicos de ensino superior, tem dado certo esse revezamento e acredito que é o caminho para a educação na sua retomada em 2021”, comentou.

O secretário Luís Claudio disse que após essa reunião, ainda na manhã desta quinta-feira (14), o prefeito entrou em contato com o Ministério da Saúde para tentar entender a logística da vacina.

Segundo ele, o Ministério antecipou as datas de vacinação e que a logística de aplicação é do município, por isso, a prefeitura busca estar “atenta” sobre o plano de ação.

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