Deputado rebate críticas de colega e avisa que está voltando aos trabalhos ‘atacado’

 Deputado rebate críticas de colega e avisa que está voltando aos trabalhos ‘atacado’

(Foto: reprodução)

O deputado estadual, Silvio Fávero (PSL), rebateu as críticas que recebeu do colega de parlamento, Elizeu Nascimento – recém filiado ao PSL -, de que ele teria entrado na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) com “restos” de votos. Fávero prometeu que este ano vai trabalhar na Casa “atacado” por ter perdido a paciência.

Isso porque o Fávero está tentando sair do PSL, por causa de uma discussão interna no partido, porém o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) o barrou. Ele entrou com pedido no órgão eleitoral, para deixar o PSL, sem perder o mandato, mas foi negado.

Fávero começou a manifestar o desejo de sair do PSL, no ano passado, por não estar mais satisfeito, segundo ele. No entanto, outros membros do partido passaram a criticá-lo, inclusive o Elizeu Nascimento que o chamou até de egoísta por querer deixar a sigla.

“Quantos votos ele teve para deputado? O presidente do partido que foi candidato a prefeito de Cuiabá, que disse que é o cara, quantos porcentos ele teve? Porque o vice abandonou ele? Quantos mil votos ele teve? Eu nunca perdi uma eleição. Todas as eleições que eu entrei até hoje, eu ganhei. Vamos ver o resultado nas urnas de quem é bom, por que a população está atenta. Aí vem meia dúzia de deputados que fazendo politicagem, não apresenta projeto nenhum e ainda fica preocupado com quem está trabalhando”, criticou.

O presidente do partido em questão citado pelo parlamentar é o Aécio Rodrigues, que se candidatou a prefeito de Cuiabá com o vice o Luiz Antônio de Carvalho, conhecido como Professor Lac. Mas, no meio do caminho, LAC desistiu da candidatura e abandonou Aécio, que ficou um dos últimos colocados.

Irritado, o parlamentar disse que este ano, vai trabalhar na Assembleia “metralhando” para todo lado, por estar cansado de algumas situações. Para ele, os deputados estão reclamando demais por ciúmes – por não estar em uma cadeira da Mesa Diretora -, ao invés de apresentar projetos.

“Eu já avisei que esse ano, estou vindo atacado disparando a metralhadora para todo lado. Chega, eu estou cansado dessa Assembleia, ciúmes de homem. Os deputados têm que trabalhar e apresentar projeto voltado à sociedade e não voltado para interesse particular”, disparou.

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Claryssa Amorim - Mais Que Fato

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