Gaeco cita “estrutura criminosa” dentro da prefeitura por Zé do Pátio e secretário

 Gaeco cita “estrutura criminosa” dentro da prefeitura por Zé do Pátio e secretário

(Foto: reprodução)

O Ministério Público de Contas (MPC) apontou que houve um superfaturamento e outras irregularidades pela Prefeitura de Rondonópolis (a 218 km de Cuiabá), na compra de materiais de consumo para o combate à pandemia da Covid-19. Para o Ministério Público Estadual (MPMT), tudo indica que haja indicativos de “formação de uma estrutura criminosa instalada no Executivo municipal”.

Segundo o Grupo de Atuação Especial contra o Grupo Organizado (Gaeco), a justificativa do prefeito Zé do Pátio e o secretário de Administração, Leandro Junqueira Arduini, para a compra de materiais de limpeza é a “urgência” com a pandemia da Covid-19.

A operação deflagrada na manhã desta quarta-feira (24), é a segunda fase e demonstra o “acerto” na execução da primeira etapa da operação, pois com novos elementos coletados, surgiu o provável envolvimento de mais um secretário da prefeitura. A primeira fase da Operação “Stop Loss” foi em junho deste ano.

Com a deflagração desta nova fase, os investigadores pretendem coletar novas informações e robustecer, ainda mais, os elementos informativos para que haja o esclarecimento completo dos ilícitos praticados, com a devida responsabilização dos envolvidos.

A operação

O Gaeco cumpre mandados e faz buscas na casa do prefeito de Rondonópolis, José Carlos Junqueira, o Zé do Pátio, na manhã desta quarta-feira (25). Além dele, o secretário de administração, Leandro Junqueira, também foi alvo e afastado do cargo pela Justiça.

Os mandados judiciais foram cumpridos pelas equipes da Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor) e grupo operacional do Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco Criminal), com apoio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco).

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Claryssa Amorim - Mais Que Fato

http://www.maisquefato.com.br

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