Novo Conselho da Defensoria Pública de Mato Grosso toma posse; membros da administração superior são reeleitos

 Novo Conselho da Defensoria Pública de Mato Grosso toma posse; membros da administração superior são reeleitos

O novo Conselho Superior da Defensoria Pública do Estado (DPE-MT) tomou posse nessa sexta-feira (18). Defensor público geral, Clodoaldo Queiroz, o corregedor-geral, Marcio Dorileo e o ouvidor-geral do órgão, Cristiano Nogueira, foram reeleitos aos respectivos cargos para o novo biênio de 2021 a 2022. A eleição para a nova diretoria ocorreu em outubro desse ano.

“Mas, nada nos incomodava mais do que saber a forma degradante que o cidadão aguardava atendimento no Núcleo de Várzea Grande, situação que era vivida também por quem trabalhava lá e por esse motivo, após resolver a questão orçamentária, a solução desses problemas foi a nossa prioridade”, disse Clodoaldo.

O ouvidor reeleito, agradeceu por mais essa oportunidade e admitiu que não foi uma “tarefa fácil” por ouvir as pessoas pedindo socorro no Defenzap.

“Esse sentimento de impotência, do medo, da angústia e do desconforto que hoje assolam os seres humanos, passou a ser a principal manifestação que recebemos. Estamos assustados e inseguros. Tudo isso vai passar”, disse Cristiano Nogueira.

Porém, ele reconheceu que órgão tem que continuar trabalhando e contribuindo com a população.

“A Ouvidoria Geral vem há 10 anos aproximando a Defensoria da população mais carente.
Vamos em frente na luta pelo emponderamento da população mato-grossense por meio do acesso à Justiça.
Meu muito obrigado a todos pela ajuda, torcida, orações que foram fundamentais”, finalizou Cristiano.

O corregedor-geral, Márcio Dorileo, em recuperação após adoecer de Covid-19, agradeceu a sua equipe de servidores e defensores da Corregedoria, a Deus, por estar bem e lembrou dos que perderam parentes, amigos e familiares para a doença.

“É muito sintomático que durante a pandemia o Brasil tenha caído cinco posições no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e tenha despencado seis, no IDH, entre os 12 países da América Latina. Perdemos para a Argentina, Peru, Colômbia e isso é grave num país já marcado pela desigualdade, num estado como Mato Grosso, onde o grau de miséria dos mais pobres se aprofunda. E esse debate tem que ser trazido para a Defensoria. Temos legitimidade e não podemos deixar o mais pobre excluído, de lado”, afirmou Dorileo.

 

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