Pinheiro continua na defesa por plebiscito para escolha entre VLT e BRT

 Pinheiro continua na defesa por plebiscito para escolha entre VLT e BRT

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, defendeu mais uma vez que a população seja ouvida na definição sobre qual o modal do transporte coletivo deve ser implantado na Capital. Segundo o gestor, o cidadão é quem vai utilizar o sistema escolhido diariamente e, por isso, deve ter voz ativa na escolha entre Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e Bus Rapid Transit (BRT).

“Não vou aceitar que seja feito nada de goela abaixo sem que a população seja ouvida. Queremos assegurar o que for melhor. Qualquer mudança, qualquer discussão contrária, vale a proposta do deputado federal Emanuelzinho que é a realização do plebiscito. Vamos ver se Várzea Grande concorda e também pede plebiscito lá”, enfatizou.

Nesse sentido, o chefe do Executivo municipal também destacou que a realização de um plebiscito é a melhor alternativa para contemplar toda a população. Emanuel argumentou que essa medida está, inclusive, prevista na Constituição Estadual de Mato Grosso e causa estranheza o fato de não ser utilizada.

A proposta de convocar a população às urnas para decidir sobre o melhor modal de transporte para a capital e a cidade vizinha Várzea Grande, foi apresentada pelo deputado Federal Emanuel Pinheiro Neto (Emanuelzinho) e lida pelo prefeito Emanuel Pinheiro em audiência pública no último dia 08 de fevereiro, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

Quando indagado sobre a afirmação por parte do Governo do Estado em relação aos custos, o prefeito sugeriu que a votação fosse feita no mesmo ato do pleito eleitoral em 2022. “Um ano a mais para definir um futuro de uma nação. Existe alternativa para quem quer dialogar, para quem trabalha com respeito à população que utiliza do transporte coletivo. Enquanto eu for prefeito da capital, vou defender o povo cuiabano. Mexeu com Cuiabá, mexeu comigo”, observou.

Pinheiro lembrou ainda que quando foi realizada a nova licitação do transporte coletivo em 2016, já constava no planejamento de execução das empresas vencedoras, que o sistema a ser instalado fosse híbrido, pronto tanto para o VLT como o BRT.

“Vamos ser democráticos, vamos ser responsáveis, corretos com a população. Quer mudar? Vamos mudar, mas não sem ouvir a população de Cuiabá e Várzea Grande, ninguém tem essa autoridade e legitimidade. Nem o Estado sozinho, nem Cuiabá sozinha e nem Várzea Grande sozinha. Então vamos ouvir o povo, que é o maior interessado, ele deve dizer se quer VLT ou BRT, e a decisão popular tirada de um plebiscito eu acato”, finalizou.

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