Por 17 votos contra e 6 favoráveis, Câmara rejeita Comissão para cassar Pinheiro

 Por 17 votos contra e 6 favoráveis, Câmara rejeita Comissão para cassar Pinheiro

Foto: Câmara de Cuiabá

A Câmara de Vereadores de Cuiabá rejeitou, nesta terça-feira (9), os dois pedidos de criação de uma Comissão Processante contra o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB). Foram 17 votos contra, seis a favor e uma abstenção.

Os pedidos foram feitos pelo 2º suplente de vereador, Felipe Corrêa (Cidadania), e pela cidadã Fabiana Aires.

O presidente Juca do Guaraná (MDB) não votou. Já o vereador Eduardo Magalhães se absteve. Fellipe Corrêa alegou improbidade administrativa para tentar barrar o voto dos parlamentares cuiabanos – que fazem parte da base de apoio de Pinheiro na Casa de Lei -, sob o argumento que eles teriam parentes contratados na administração pública da capital que estavam na lista dos que ganharam Prêmio Saúde, assim, impedidos por estarem ligados à situação.

E mesmo que a suspensão fosse aceita, ou seja, se os oitos não tivessem votado, ainda assim o pedido da comissão processante fracassaria.

A Comissão seria votada na última quinta-feira (4), mas foi adiada após um bate boca entre entre a vereadora Michelly Alencar (DEM) e o vereador Sargento Vidal (PROS).

Operação Capistrum

A Operação Capistrum investiga esquema criminoso que teria ocorrido na Secretaria Municipal de Saúde (SMS) com a indicação de servidores temporários e o pagamento de prêmio saúde de forma irregular. Aliados de Emanuel classificam a operação como uma espécie de “perseguição política”.

Além do ex-secretário de saúde Célio Rodrigues, a operação afastou o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro, sua esposa Márcia Pinheiro e a secretária-adjunta de Governo e Assuntos Estratégicos, Ivone de Souza

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Roger - Mais Que Fato

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