Stopa diz que não vê motivos para exonerar chefe de gabinete preso

 Stopa diz que não vê motivos para exonerar chefe de gabinete preso

Foto: Luiz Alves/Secom

Durante sua primeira entrevista como prefeito interino, José Roberto Stopa (PV), afirmou que não vê motivos para exonerar o chefe de gabinete de Emanuel Pinheiro (MDB), Antônio Monreal, preso durante a Operação Capistrum, que ocorreu na última terça-feira (19).

Stopa concedeu entrevista coletiva no inicio da tarde desta quarta-feira (20), logo após assumir a gestão de Cuiabá temporariamente. Segundo o prefeito interino, ainda é muito cedo para tomar qualquer tipo de decisão. Ele também afirmou que vai “se inteirar do assunto”.

“O chefe do gabinete me parece que a questão dele é só ter colocado algum obstáculo em relação a operação policial. Ele é uma pessoa comprometida com Cuiabá e obviamente vamos tomar pé do processo para tomar alguma decisão. Mas a priori não vejo qualquer crime cometido pelo mesmo”, disse Stopa ao ser questionado sobre o chefe de gabinete.

Antônio Monreal foi preso em seu apartamento, localizado no bairro Santa Helena, em Cuiabá. Conforme a decisão do desembargador Luiz Ferreira da Costa, Monreal foi preso por obstruir os trabalhos de investigação dos agentes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Além de Neto, a operação afastou o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro, sua esposa Márcia Pinheiro e a secretária-adjunta de Governo e Assuntos Estratégicos, Ivone de Souza. A Operação Capistrum investiga esquema criminoso que teria ocorrido na Secretaria Municipal de Saúde (SMS) com a indicação de servidores temporários e o pagamento de prêmio saúde de forma irregular. Aliados de Emanuel classificam a operação como uma espécie de “perseguição política”.

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