Mato Grosso fecha primeiro bimestre próximo a 25 mil novos postos de trabalhos formais gerados

 Mato Grosso fecha primeiro bimestre próximo a 25 mil novos postos de trabalhos formais gerados

(Foto por: Mayke Toscano/Secom-MT)

Mato Grosso fechou o mês de janeiro e fevereiro de 2021 com saldo positivo de abertura de empregos com carteira assinada. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged),  a soma do saldo ficou em 24.687. Sendo, Serviços (8.809), Comércio (6.213), Agropecuária (5.940), Construção (2.051) e Indústria (1.674).

Os dados apresentados pelo CAGED em Mato Grosso ficaram 81,8% acima do fechamento do primeiro bimestre de 2020 (13.578).

Na capital, o saldo do bimestre ficou positivo em 3.660 novos postos de trabalho. Sendo, Serviços (2.003), Comércio (790), Construção (575), Indústria (238) e Agropecuária (54).

Quando também comparamos os números gerados em Cuiabá com o mesmo período de 2020 (1.419), o percentual de crescimento fica 158%.

De acordo com o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas(CDL Cuiabá), Celio Fernandes, o saldo positivo de novos postos de trabalhos que foi gerado em janeiro e fevereiro ocorreu diante da retomada da economia que aconteceu devido às vendas a partir do segundo semestre, em especial no último trimestre.

“Confiança do empresário com a retomada mais forte do consumo. Equilíbrio na inadimplência proporcionalmente ao aumento das vendas, retomada do setor de serviços com boa parte das atividades funcionando fizeram recuperar esse setor e consequentemente a economia como um todo. Isso fez com que tivéssemos esse resultado positivo, mesmo com todas as dificuldades com a pandemia”, afirmou.

Outro destaque referente aos dados divulgados nos primeiros meses do ano é de que todos os setores tiveram aumento de ofertas de vagas, em especial os de prestação de serviços e comércio.

Contudo, a CDL continua alertando que diante do agravamento sanitário e consequentemente das restrições de funcionamento das atividades econômicas, o número de geração de empregos tende a cair nos próximos meses.

“A economia tem sido prejudicada por todo cenário vivenciado e quanto mais restrições forem impostas, mais provável fica o fechamento de postos de trabalho, ou seja, a ruptura da recuperação que estava sendo apresentada”, concluiu o presidente.

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Elloise Guedes - Mais Que Fato

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