Hospital São Benedito troca reservatório de oxigênio hospitalar para atender maior demanda

 Hospital São Benedito troca reservatório de oxigênio hospitalar para atender maior demanda

Durante toda esta quinta-feira (25), cerca de 15 pessoas estão trabalhando na troca do tanque de oxigênio líquido hospitalar do Hospital São Benedito, visando prevenir qualquer risco de desabastecimento. Com a ajuda de dois guindastes, o antigo reservatório de 8.530 metros cúbicos está sendo trocado por outro de 19.166 metros cúbicos. O trabalho começou por volta das 7h e tem previsão de terminar por volta das 19h. Agentes de trânsito da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) fecharam o trecho da Rua São Sebastião e atuam no local para orientar os condutores. “O São Benedito mostrou hoje o que é gestão planejada, que organiza, que tem responsabilidade e que preza pela saúde e pela vida das pessoas. Oxigênio não é problema de Cuiabá”, comentou o prefeito Emanuel Pinheiro.

De acordo com o engenheiro mecânico Elcimar Almeida, que trabalha no Hospital São Benedito, antes da pandemia, o tanque de oxigênio de 8,5 mil metros cúbicos era suficiente para uma semana de tratamento dos pacientes. Com a pandemia, a unidade hospitalar passou a contar com 40 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes com covid-19 e, no início deste mês, tornou-se mais uma unidade de atendimento exclusivo a pacientes com covid-19, passando a contar com 60 leitos de UTI e 40 de enfermaria, o que aumentou ainda mais a demanda por oxigênio e a empresa White Martins, que fornece o oxigênio líquido hospitalar passou a fazer duas entregas por semana.

“Esse é um trabalho preventivo, pois nunca chegou a faltar oxigênio. Com o tanque maior, melhora a logística da empresa porque eles estavam tendo que vir duas vezes por semana aqui e, com o tanque maior, vão abastecer apenas uma vez por semana e o atendimento deles aos hospitais fica mais ágil”, explica o engenheiro Elcimar Almeida, que acrescenta que, durante a troca do reservatório, o atendimento aos pacientes não ficou prejudicado. “O abastecimento de gás não pode parar, não parou por conta da bateria de cilindros reserva levados pela empresa”, disse. (Com Prefeitura de Cuiabá)

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Elloise Guedes - Mais Que Fato

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