Secretaria Municipal da Mulher retoma roda de conversa com mulheres e homens trans

 Secretaria Municipal da Mulher retoma roda de conversa com mulheres e homens trans

Abordando os temas como: “Relacionamentos abusivos e Sobrevivendo a pandemia”, mulheres e homens trans, participaram da 4ª roda de conversa promovida pela Secretaria da Mulher. Devido ao momento da pandemia os números de participantes foi reduzido. De acordo com a diretora de Execuções das Ações voltadas à Mulher, Elis Regina Prates, que comandou a roda de conversa é importante que a Secretaria Municipal da Mulher, continue informando para este coletivo sobre os seus direitos e deveres. Ela destaca que um ponto forte durante a pandemia e que tem sido destacado são os relacionamentos abusivos. A atividade foi realizada no úlitmo dia 20.

“Ainda que mulheres transexuais e travesti estejam no escopo da Lei nº 11.340, muitas têm dificuldade de denunciar os casos de violência ou, ainda, sofrem violências que não se encaixam no âmbito doméstico, familiar ou afetivo e precisamos informa-las que existe uma lei que as protege. Que existe um Espaço de Acolhimento, uma Casa de Amparo”, explica.

Para Luciana Zamproni, secretária da pasta da mulher, muitas mulheres trans ainda não entendem que podem procurar ajuda da Lei Maria da Penha em casos de violência doméstica, familiar.

“A baixa quantidade de denúncias também se dá pelo fato de que essas pessoas não se sentem seguras e acolhidas para denunciar. Mulheres trans e travestis sofrem crimes com muito mais ódio que mulheres cis”, revela.

Segundo a primeira-dama, Márcia Pinheiro, um dos fatores mais urgentes com relação à pandemia e o impacto que tem trazido para a população trans, especialmente a população de travestis e mulheres transexuais, gira em torno da saúde, emprego e renda, que foi discutido em todas as reuniões com a secretária da Mulher. Ela ainda pontua que depois dessas conversas conseguiram incluir LGBTQI+ no quadro de servidores da prefeitura, por meio do projeto INCLUIABÁ.

‘‘Essas ações que a Secretaria da Mulher são um passo importante para que ocorram a aceitação e o cumprimento das leis existentes. Cada vez que a gestão abre as portas, dá oportunidade e valoriza esses coletivo, ele ajuda no enfrentamento ao preconceito”, conclui.

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Elloise Guedes - Mais Que Fato

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